As memórias guardei todas no disquete

Eu fui uma pessoa bem tardia em começar a mexer com computador e outras parafernálias tecnológicas. Como eu cresci numa cidade bem do interior mesmo, era difícil ter acesso às tecnologias no ido ano de 2008. Por esse atraso, quando ganhei meu primeiro computador fomos eu e minha mãe começar um curso de informática.

É estranho perceber que antes fiz curso para aprender a mexer com computador, e hoje as coisas são tão mais fáceis. Ainda é necessário estudar para saber formatar um computador ou mesmo a construir um nem que seja assistindo tutoriais, ou até mesmo para aprender a mexer em um. Mas quase não se faz mais necessária a técnica “ASDF” para se aprender a digitar rapidamente. Se digitar catando milho funcionar, vai nessa, apesar de ser esteticamente feio para alguns, dá para se conseguir razoavelmente escrever um artigo, poema ou só mais um texto no Facebook.

Minhas memórias guardei todas no disquete. Ao menos durante a época do curso. Onde será que eles foram parar? Os disquetes, eu pergunto, não as minhas memórias. Sumiram, assim como quase tudo na vida. Tenho sorte de minha memória não se tornar obsoleta a cada tecnologia melhorada. Ainda bem que consigo guardar as memórias da época em que aprendi a mexer em computadores e a guardar as memórias no disquete.

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