Perguntas ainda sem respostas

À medida que crescemos, não de tamanho, mas em relação ao aumento das nossas responsabilidades perante nós mesmos, nossa família e a sociedade, perguntas parecem ser infindáveis. Na verdade, a vida é repleta de questionamentos que às vezes são só a reprodução de um discurso já batido, como “Quando é que sai o casamento?”, ou são questionamentos mais profundos, em relação à nossa existência ou a padrões impostos que já não são mais aceitos.

O questionamento da vez veio da minha mãe. Me perguntou se quando eu terminar minha graduação ela poderá se mudar pra Belo Horizonte ou onde eu for morar pra morar junto comigo. Eu que prefiro ter asas invisíveis e alçar voos, fiquei sem saber o que responder.

Lembro que minha mãe também já teve essas asas invisíveis. Viajou pra estudar, pegou carona com desconhecidos e foi atrás do pai que não conheceu. Pra quem ainda pouco voou e quase não tem experiência nisso, talvez voar com quem é experiente seja a forma de encontrar respostas pra perguntas que atormentam e atalhos pra difíceis caminhos. Talvez só de estar perto seja bom.

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